Automaticamente, a ideia surgiu: já que o lugar é tão perto de casa a ponto de levar mais tempo andando do que dentro de um ônibus, mas não próximo o suficiente para ir a pé, por que não comprar uma bicicleta? Um veículo barato, ecologicamente correto, que não corre o risco de ficar parado em engarrafamentos e ainda estimula a prática de atividade física. Perfeito pra mim.
Pois bem: pesquisei, levei em conta a opinião do namorado conhecedor de bicicletas (porque se fosse pela pão dura aqui, teria comprado a mais vagabunda), e comprei a bike. Pela internet. E aí começaram os problemas...
A bike linda, do jeitinho que eu queria (exceto pelo fato de achá-la um pouquinho alta), com um ar meio retrô, veio com a câmara de ar do pneu estragada. Descobri quando fui estreá-la na rua. Tive que levar na loja autorizada e, por medo da demora na chegada da câmara nova (que até hoje não chegou), comprei outra. Coisas que nem só a internet pode fazer por você.
A bike linda, do jeitinho que eu queria (exceto pelo fato de achá-la um pouquinho alta), com um ar meio retrô, veio com a câmara de ar do pneu estragada. Descobri quando fui estreá-la na rua. Tive que levar na loja autorizada e, por medo da demora na chegada da câmara nova (que até hoje não chegou), comprei outra. Coisas que nem só a internet pode fazer por você.
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